
Localizado em Lácio, novo “mini-hospital” recebe as primeiras marcações topográficas; investimento de R$ 106 milhões promete revolucionar o atendimento de especialidades na região.
Agora vai! Acabou a fase do papel e das promessas. Quem passou pelo distrito de Lácio nesta semana já percebeu a movimentação técnica que sinaliza o início imediato das obras do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Marília. O projeto, que se arrastava como uma novela de baixo orçamento nos últimos oito anos, finalmente ganha tração sob a gestão de Vinicius Camarinha.
A demarcação dos 26 mil metros quadrados do lote foi acompanhada de perto pelos secretários Johnny Mota (Infraestrutura) e Tadeu Consoni (Planejamento Urbano). O clima era de alívio e “mãos à obra”. A partir de agora, o cronograma é agressivo: limpeza do terreno, cercamento e a instalação das placas que vão ditar o ritmo da construção pelos próximos meses.
O “Gigante” da Saúde


Não estamos falando de um postinho de bairro. O AME Marília está sendo projetado como um “mini-hospital” de 12 mil metros quadrados de área construída. O modelo segue o padrão de excelência de centros como Ribeirão Preto, com uma estrutura preparada para oferecer o que há de mais moderno em diagnóstico e tratamento.
O investimento é pesado: R$ 106 milhões. Dinheiro que vai garantir à população de Marília e de outros 19 municípios da região o acesso a:
- 70 especialidades médicas e não-médicas;
- 11 tipos de cirurgias (de ortopedia a bucomaxilo);
- Exames de alta complexidade, como Ressonância Magnética e Tomografia.
Protagonismo Político
A viabilização da obra é um trunfo político claro para o prefeito Vinicius Camarinha. Ao destravar a doação da área e estreitar o laço com o governador Tarcísio de Freitas e o secretário Eleuses Paiva, Vinicius consegue entregar uma resposta concreta a uma das maiores queixas do eleitorado: a demora em consultas especializadas.
“É um sonho de muitos anos que está sendo concretizado. Marília voltou a ter protagonismo”, afirmou o prefeito, reforçando a parceria com o Palácio dos Bandeirantes.
A secretária da Saúde, Paloma Libanio, foi ainda mais direta ao lembrar que a obra “vinha se arrastando” há quase uma década. Agora, com os topógrafos em campo, o recado é um só: o AME saiu do discurso e virou canteiro de obras.
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