
Demorou, mas a casa caiu! Hoje, a Polícia Civil colocou as algemas em um casal investigado por um esquema que sangrou contas bancárias em valores que já ultrapassam a marca dos R$ 2 milhões. A prisão preventiva, cumprida em Pederneiras, atinge diretamente o coração de uma fraude que vitimou quem menos podia perder: aposentados.
A “Mente” e o “Braço Direito”
A investigação aponta C.M.T. como a peça-chave do esquema. Aproveitando-se do cargo de confiança como gerente de contas, ela não apenas geria valores, mas, segundo a polícia, manipulava dados para desviar recursos. Não agia sozinha: seu marido, G.C.R., é acusado de ser o responsável por “lavar” o dinheiro sujo, tentando apagar o rastro do crime através de movimentações ocultas.
Vítimas em série
O caso não é de hoje. Desde julho de 2025, o delegado André Luiz Ferreira vinha montando esse quebra-cabeça. Na época, o barulho começou quando 12 pessoas — a maioria idosos com dificuldade de lidar com aplicativos bancários — notaram que suas contas estavam sendo usadas para empréstimos fraudulentos.
O que se viu foi um abuso de autoridade e frieza. A gerente usava a proximidade e a “boa vontade” para acessar senhas e realizar transferências via PIX. Estima-se que o prejuízo total possa bater na casa dos R$ 3,2 milhões.
O que acontece agora?
O casal segue atrás das grades, à disposição da Justiça. Eles devem responder por:
- Estelionato Qualificado (incluindo fraude eletrônica);
- Lavagem de Dinheiro;
- Associação Criminosa.
O banco foi obrigado a ressarcir os clientes lesados, mas a mancha na confiança da instituição em Bariri é profunda. Fica o alerta para a população: olho vivo em qualquer movimentação estranha no extrato. A polícia cumpriu o seu papel; agora, o povo espera que o martelo da Justiça não falhe.
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