
Durante inauguração de Centro TEA em Bauru, governador em exercício classifica como “pontual” esquema de corrupção e lavagem de dinheiro na Polícia Civil paulista.
A agenda oficial do governo paulista em Bauru, nesta quinta-feira (05/03), foi marcada por um misto de entregas sociais e explicações sobre a crise na segurança pública que sacudiu a Capital. O governador em exercício, Felício Ramuth, utilizou sua passagem pela “Cidade Sem Limites” para se posicionar sobre a operação do GAECO e da Polícia Federal que levou à prisão delegados e investigadores acusados de corrupção.
O “Front” em Bauru
Enquanto entregava a parceria para o primeiro Centro TEA Paulista (especializado em autismo) do interior, Ramuth foi confrontado pela imprensa bauruense sobre o escândalo de extorsão e lavagem de capitais que resultou em 11 mandados de prisão em São Paulo.
“As instituições de controle estão funcionando. É um caso pontual que não mancha a história da nossa polícia, mas que será tratado com o rigor que a lei exige”, afirmou o governador em exercício. Ele confirmou que todos os envolvidos já foram afastados imediatamente de suas funções e tiveram armas e distintivos recolhidos pela Corregedoria.
Bastidores Políticos e Reeleição
Além da segurança, o clima político esquentou na cidade. Ramuth aproveitou o palanque em Bauru para reafirmar sua lealdade ao governador Tarcísio de Freitas, declarando abertamente o desejo de manter a dobradinha como vice na chapa de reeleição em 2026. A fala repercutiu nos círculos políticos locais como uma estratégia de consolidação de base no interior paulista.
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