
Contratação sem licitação de serviços de segurança para eventos públicos, feita pela Secretaria da Cultura, levou o Ministério Público (MP) a abrir nova ação civil contra a Administração Municipal em Marília. Os gastos foram de R$ 13,4 mil na época, mas o limite para dispensa de licitação era de R$ 8 mil – mais recentemente, em junho, esse teto foi ampliado para R$ 17,6 mil.
A informação foi divulgada na edição desta 4ª feira (21) do Jornal da Manhã. “Esta é mais uma ação do MP que apura dispensa de licitação e que pode condenar o prefeito Daniel Alonso e o secretário da Cultura André Gomes por improbidade administrativa”, diz a reportagem. A ação corre na Vara da Fazenda Pública de Marília, onde o titular é o juiz Walmir Idalêncio dos Santos Cruz.
(FOTO: Divulgação – André Gomes, da Cultura)
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