O assassinato do lotérico – POLÍCIA ACHA FONES DE OUVIDOS USADOS POR CRIMINOSO E ACREDITA NO ENVOLVIMENTO DE MAIS BANDIDOS

  • O criminoso no momento da fuga, com o malote de dinheiro e o revólver nas mãos: de cara limpa (FOTO: TV Tem/Reprodução)

O delegado Gustavo Danilo Pozzer, de Garça, região de Marília, não descarta a possibilidade de uma quadrilha bem aparelhada estar por trás do latrocínio do empresário Flávio José Vieira, 56 anos, na 2ª feira (11). Um par de fones de ouvidos foi encontrado pela Polícia Científica na cena do crime, em frente à Caixa Federal, onde o empresário foi baleado e morto. Ele estaria sendo usado pelo criminoso que abordou Flávio, se atracou com ele, fez 3 disparos de revólver e fugiu levando malote com dinheiro.

  • O empresário baleado caiu, momento em que o criminoso pegou o malote e fugiu correndo, em direção a motocicleta (FOTO: Câmeras de Segurança/Reprodução)

Flávio era dono de uma lotérica e depositaria o dinheiro no banco. Ele foi abordado pelo assaltante na rua e reagiu na tentativa de evitar o roubo, quando foi baleado. Câmeras de monitoramento de lojas vizinhas registraram toda a ação e estão ajudando a polícia nas investigações. O assaltante estava de ‘cara limpa’, o que pode significar que não é da região. Os fones de ouvidos foram encaminhados para coleta de digitais na tentativa de identificar o criminoso.

INFORMANTES – O delegado Gustavo, que preside o inquérito, acredita que os fones tenham sido usados para o criminoso receber informações sobre o empresário. Admite-se inclusive a possibilidade de Flávio estar sendo monitorado desde o instante em que deixou a lotérica em direção à Caixa. O assaltante fugiu à pé até uma motocicleta que o aguardava nas proximidades, e desapareceu. Além desse comparsa, a polícia não descarta a participação de outros bandidos no crime.

  • Baleado e morto, o empresário Flávio foi sepultado nesta 3.a feira em Garça (FOTO: Arquivo Pessoal/Reprodução)

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